A revista

Uma revista digital
sobre pele,
ciência e tempo.

Sem jabá, sem pressa, só dermatologia bem escrita. Há leitor para isso.

Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.Sem jabá.sem pressa.Só ciência.
Por que existimos

Pele tem tempo.

A maior parte do que se publica sobre beleza no Brasil é publicidade fingindo ser reportagem. A indústria descobriu cedo que o leitor cansado lê qualquer coisa — e que influenciador custa menos que dermatologista.

A cosméticos. existe como uma resposta lenta a isso. Publicamos quatro matérias por semana, escritas por jornalistas e revisadas por dermatologistas que assinam o texto. Não recebemos brinde, não fazemos parceria com marca, não rodamos display ad. O modelo é cartas pagas e publicidade contextual sinalizada — descrita em detalhe na página de Publicidade.

Não somos contra a indústria de cosméticos. Somos contra a indústria escrevendo no nosso lugar.

Quem assina

Fundadores.

Vivian Soares

Editora-chefe

Vivian fundou a cosméticos. em 2024, depois de doze anos como editora em revistas de moda — onde aprendeu, entre outras coisas, que pauta sobre pele não cabe entre um anúncio e outro. Antes de virar jornalista, era farmacêutica clínica. As duas formações, segundo ela, explicam por que esta revista existe.

Edita os textos, define o calendário editorial e responde pessoalmente todas as cartas dos assinantes. Mora em Belo Horizonte, lê bula de remédio por hobby, considera o protetor solar a única invenção cosmética que mereceu o nome.

Mateus Lobato

Diretor científico

Doutor em farmacologia cosmética pela UFMG, Mateus passou oito anos no P&D de uma multinacional francesa antes de aceitar o convite da Vivian. Foi a contragosto: achava que falar com leigo era abandonar o método. Hoje diz que estava enganado.

Coordena a revisão científica de cada matéria, mantém o glossário de INCI atualizado e mantém também uma planilha pessoal — que ele jura nunca vai publicar — com tudo o que a indústria de beleza errou em rótulo nos últimos vinte anos.